CRIANÇA RECUPERA-SE DO SINTOMA DO AUTISMO MUNDANDO A DIETA

Conheça a criança americana que teve os sintomas de

autismo diminuídos depois de parar de comer glúten

 

O Dr. Kenneth, em seu livro, defende a tese em que a dieta ajuda o tratamento do autismo nas crianças. O passo a seguir é simples: retirar o glúten e os laticínios da dieta da criança. Depois do sucesso obtido com Ethan, sua mãe, em uma entrevista do canal americano Fox News, relatou que “bastaram três dias sem glúten e laticínios para que o garoto voltasse a dormir bem, algo que não acontecia há muito tempo”.

O Dr. Kenneth explica o que acontece quando essa dieta é seguida. Ele diz que o intestino é uma espécie de cérebro e é por isso que a dieta afeta tanto o autismo e outras doenças que se relacionam com a mente.

Em um estudo feito por Martha R. Herbert e Julie A. Buckley, denominado “Autismo e terapia dietética: relato de caso e revisão da literatura”, as autoras relataram o caso de uma criança autista, com quadros de epilepsia e que não teve uma resposta positiva a outras intervenções.

Depois de a criança testar a dieta livre de glúten e caseína, ela mostrou uma melhora relativamente significativa nos sintomas autistas e clínicos.

Pesquisas ainda estão sendo feitas para comprovar a ampla efetividade dos resultados obtidos com Ethan. Antes de fazer qualquer alteração na alimentação, principalmente de uma criança autista, aconselhe-se com um médico especialista.

 

É cada vez maior o número de crianças com autismo.

 

Será possível diminuir os sintomas desse distúrbio e oferecer maior qualidade de vida?

A família de Ethan Fox afirma que sim.

O menino começou a mostrar sinais de recuperação do autismo depois que teve a dieta alterada, deixando de consumir glúten e laticínios.

O conselho partiu do dr. Kenneth Bock, que é especialista em autismo e autor de “Healing The New Childhood Epidemics. Autism, ADHD, Asthma and Allergies”(Curando as Novas Epidemias da Infância: Autismo, TDAH, Asma e Alergias: O Programa Inovador para os Transtornos 4-A).*

 

 

 

Além do autismo, essa dieta pode ajudar pacientes com TDAH, asma e alergias.

A dica é simples, mas pode ajudar 60% das crianças autistas.

Você com certeza já ouviu falar que autismo está diretamente relacionado ao aumento de vacinas.

Essa afirmação causou polêmica em vários países.

Mas o fato é que o número de crianças autistas só faz crescer nas últimas décadas.

Só nos Estados Unidos, o autismo aumentou mais de 2.700% desde 1991.

Antes de 1991, 1 a cada 2.500 crianças era diagnosticada com autismo.

Agora, 1 a cada 91 crianças é diagnosticada com a doença.

No seu livro, o doutor Kenneth Bock defende a tese que a dieta pode ajudar bastante no tratamento desse problema.

 

Basta retirar dois alimentos: glúten e laticínios.

 

Os pais do garoto Ethan acreditaram na tese do doutor Bock e a colocaram em prática.

O resultado foi excelente.

A mãe relata, em entrevista ao canal americano Fox News, que bastaram três dias sem glúten e laticínios para que o garoto voltasse a dormir bem, algo que não acontecia há muito tempo.

O doutor Bock explica que o intestino é uma espécie de cérebro.

E, por isso, a dieta pode afetar sim o autismo e outras doenças relacionadas com a mente.

No estudo “Autismo e Terapia Dietética: Relato de Caso e Revisão da Literatura”, as autoras, Martha R. Herbert e Julie A. Buckley, relatam o caso de uma criança com autismo e epilepsia que, após uma resposta insatisfatória a outras intervenções, foi colocada em uma dieta livre de glúten e caseína.

Depois dessa dieta, ela mostrou melhora acentuada nos sintomas autistas e clínicos.

 

 

Em seguida, por não conseguir o controle completo das convulsões farmacologicamente, a criança foi promovida a uma dieta cetogênica que foi personalizada para continuar com o regime livre de glúten e caseína.

Nesta dieta, embora ainda continuando com anticonvulsivantes, ela mostrou melhora significativa na atividade convulsiva.

A dieta cetogênica livre de caseína sem glúten utilizava triglicerídeos de cadeia média.

Os benefícios secundários incluíram a resolução da obesidade mórbida e melhoria das características cognitivas e comportamentais.

Ao longo de vários anos após o seu diagnóstico inicial, a pontuação na escala de autismo diminuiu de 49 para 17, representando uma mudança de autismo grave para não-autismo, e seu quociente de inteligência aumentou 70 pontos.

No Brasil, foi lançado o livro abaixo, por uma Nutricionista Claudia Marcelino, que já fez vários testes em pacientes com grandes resultados.

 

 

Fonte – Dica on line

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